A imprescindibilidade de suscitar e trazer Ricoeur às bases da sociedade atual: a urgência de uma hermenêutica da consciência histórica na academia e... no dia-a-dia

Alessandra Viegas

Resumo


Paul Ricoeur é um apaixonado pela vida e pela sociedade. Isso não se discute, a partir do momento em que conhecemos sua trajetória, suas lutas e conquistas, as quais refletem belíssimos prismas multicoloridos em suas obras. Dizemos que ele é, e não que foi, porque seus ensaios de narrar o tempo que é hoje, o tempo da narrativa, o qual é presentificado a cada momento em que se narra, apontam para um Ricoeur que é revivido a cada novo tempo em que nos expomos à sua presença, ao seu narrar.
Baseados em sua paixão, deparamo-nos em Tempo e Narrativa 3, com um texto que nos questiona a respeito do modo que temos encarado, como sociedade, o nosso passado, e o que esperamos à frente a fim de construir o nosso futuro. Em Para uma hermenêutica da consciência histórica, Ricoeur nos apresenta um problema que revela o quanto estamos deixando de ser nós mesmos, à medida que demasiadamente preterizamos o passado, por conseguinte deixamo-nos levar à solta no presente, e não há bases para expectação ou esperanças no futuro. Eis a discussão do texto a seguir.

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DOI: https://doi.org/10.19143/2236-9937.2016v2n3p81-102

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